

E lá fomos de novo à Prisão de Tires, desta vez ao Pavilhão dos homens, ao das Mães e à UTE. Mas nada melhor do que as palavras daqueles que lá foram rezar e que daquele portão para dentro econtraram Jesus em tantos corações.
Pedimos à Mª de Jesus que nos falasse da sua experiência como missionária: - "o Senhor permitiu-me que realizasse um sonho, visitar uma prisão. Vejo que é uma realidade dentro de outra realidade, onde estão mulheres de todas as ida
des, que perderam a liberdade. Rezar com elas a Via Sacra foi muito bom, porque elas participaram tão bem. Passando aquele portão , pensei que ia ficar mais fragil, mas o Senhor deu-me forças para viver esta experiência maravilhosa. Entregar o SCJesus fez-me lembrar a minha ida à Terra Santa, onde pude estar junto do SAnto Sepulcro e poder "VER" o lugar da REssurreição. Construir os SCJesus, foi viver e sentir interiormente o Jesus, através das minhas mãos. NAquele Cristo entrego amor. É uma forma de preencher o vazio."
Luis: " Eu só tento abrir o coração das pessoas. Sinto que é importante saber o nome delas, para se sentirem mais acolhidos e mais próximos desta mensagem que levamos. O nome é importante para Deus, e é pelo nome que nos sentimos chamados. Aqui são numeros, o nome é libertador, cria relação."
Romana: " vir à prisão é como ir ao Deserto. LEvar JEsus é criar um Oásis! Aqui sabem que não as vimos julgar, apontar o dedo. Somos todos iguais e qualquer um pode um dia ir ali parar??? As circunstâncias ....
Rezar com os homens é diferente do que rezar com as mulheres. Eles são mais retraidos, mas vão-se levantanto e aproximando com o tempo. Sentimos que gostam desta companhia. Saímos com a sensação de uma enorme gratidão e muito tocados."